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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

insvestigações situacionistas // pesquisas teóricas

Sexta-feira, finalmente me rendi ao café e comecei a trabalhar 14h30. Nada mal pra uma semana dessas. Amora continua com seu xixi apenas diário, finalmente fez cocô e essas coisas importam para o processo de criação. Ao que tudo indica, a partir de segunda-feira começamos a receber os equipamentos de impressão e eu estou TÃO ANIMADA. Acredito que tendo os equipamentos de criação ao acesso da mão, o processo criativo vai fluir numa velocidade que me agrade mais. Estou cansada e dispersa, mas apesar disso tenho certeza que estudar é o que mais vai me causar prazer agora; ontem os pomodoros foram muito eficientes, consegui trabalhar sem falcatruar e realmente fiquei bem concentrada nessa função. 

DANDO OS COMEÇO, tenho pensado muito na necessidade de desenvolver alguma técnica para me sentir mais confiante quando saio de casa para fotografar, para ter um olhar ativo. Como ontem eu consegui bastante informação sobre o caminhar, acredito que seja um bom ponto de partida para repensar a minha relação com a urbe. 
De alguma maneira, me sinto flertando com a geografia e com novas visões sobre o espaço e como habitar. Penso que me sinto muito presa às matrizes de conhecimento com as quais me sinto confortável ou "iniciada". Percebo também a pequeneza do tanque que me enfiei, e pode ser que estudar e me sentir íntima de novos temas, vernáculos, idéias ajude a dissolver o marasmo e o tédio. 

Walkscapes: o caminhar como prática estética, de Francesco Careri. Tenho que pegar essa criatura. Consegui emprestado!!! Santo saite faces.

photowalk: esse site reúne informações sobre artistas que fazem caminhadas fotográficas, registram coisas away, caminhadas, enfim.

ainda estou achando apps sobre deriva e espaço urbano.
situationist (não existe mais)
derive urban exploration app (já postei antes e não gostei)
lugares invisíveis (que não entendi como funciona ainda, mas parece incrível)


dérive parece promissor, bonito e fruto de um trabalho artístico, o que evidentemente me emociona mais. você escolhe uma trilha sonora e vai. vou derivar com ele., 


investigações sobre debord, situacionismo, deriva e ideias para a proposição de vistas

a-do-ro manifestos, trabalhar com literatura planfletária foi uma ideia real durante vários anos de juventú. 
A alienação e a opressão na sociedade não podem ser mantidas em nenhuma de suas variantes, mas sim, apenas rejeitadas em bloco com essa mesma sociedade. Todo progresso verdadeiro fica evidentemente suspenso até que a multiforme crise atual encontre uma solução revolucionária.

Na sociedade dominante de hoje, que produz em massa desconsolados pseudo-jogos de não-participação, uma atividade artística verdadeira é forçosamente classificada no campo da criminalidade. É semiclandestina. Aparece sob a forma de escândalo. (já foi, querido, o espetáculo-kapital engoliu qualquer autenticidade)
Suas experiências se propõem, no mínimo, a realizar uma revolução do comportamento e um urbanismo unitário dinâmico, susceptível de se estender para todo o planeta; e de se propagar, em seguida, para todos os planetas habitáveis. (quem não ama um boy megalomaníaco e colonizador do mundú?)

Contra a arte unilateral, a cultura situacionista será uma arte do diálogo, da interação. Os artistas - como toda a cultura visível - chegaram a estar completamente separados da sociedade, assim como estão separados entre si pela concorrência.  
Eu não colaria com esse bonde.

Breve histórico da internacional situacionista 
“As grandes cidades são favoráveis à distração que chamamos de deriva. A deriva é uma técnica do andar sem rumo. Ela se mistura à influência do cenário. Todas as casas são belas. A arquitetura deve se tornar apaixonante. Nós não saberíamos considerar tipos de construção menores. O novo urbanismo é inseparável das transformações econômicas e sociais felizmente inevitáveis. É possível se pensar que as reinvidicações revolucionárias de uma época correspondem à idéia que essa época tem da felicidade. A valorização dos lazeres não é uma brincadeira. Nós insistimos que é preciso se inventar novos jogos”. (guy debord)
Quando os habitantes passassem de simples espectadores a construtores, transformadores e “vivenciadores” de seus próprios espaços, isso sim impediria qualquer tipo de espetacularização urbana.
“O que você chama momentos, nós chamamos situações, mas estamos levando isso mais longe que você. Você aceita como momento tudo que ocorreu na história: amor, poesia, pensamento. Nós queremos criar momentos novos” (lefebvre)
A psicogeografia foi definida como um “estudo dos efeitos exatos do meio geográfico, conscientemente planejado ou não, que agem diretamente sobre o comportamento afetivo dos indivíduos”. E a deriva era vista como um “modo de comportamento experimental ligado às condições da sociedade urbana: técnica da passagem rápida por ambiências variadas. Diz-se também, mais particularmente, para designar a duração de um exercício contínuo dessa experiência”. Ficava claro que a deriva era o exercício prático da psicogeografia e, além de ser também uma nova forma de apreensão do espaço urbano, ela seguia uma tradição artística desse tipo de experiência (...) A deriva seria uma apropriação do espaço urbano pelo pedestre através da ação do andar sem rumo. A psicogeografia estudava o ambiente urbano, sobretudo os espaços públicos, através das derivas, e tentava mapear os diversos comportamentos afetivos diante dessa ação, basicamente do caminhar na cidade.

Era situacionista “que se refere à teoria ou à atividade prática de uma construção de situações. Indivíduo que se dedica a construir situações” (26). Uma situação construída seria então um “momento da vida, concreta e deliberadamente construído pela organização coletiva de uma ambiência unitária e de um jogo de acontecimentos”.
“Nossa idéia central é a construção de situações, isto é, a construção concreta de ambiências momentâneas da vida, e sua transformação em uma qualidade passional superior. Devemos elaborar uma intervenção ordenada sobre os fatores complexos dos dois grandes componentes que interagem continuamente: o cenário material da vida; e os comportamentos que ele provoca e que o alteram”

Este seria a fronteira onde nasceria a alienação mas onde também poderia crescer a participação; assim como o lazer seria o tempo livre para o prazer e não para a alienação, o lazer poderia passar a ser ativo e criativo através da participação popular.
O título do mapa, The Naked City, também escrito em letras vermelhas, foi tirado de um film noir americano homônimo (36). O seu subtítulo, illustration de l’hypothèse des plaques tournantes, fazia alusão às placas giratórias (plaques tournantes) e manivelas ferroviárias responsáveis pela mudança de direção dos trens, que sem dúvida representavam as diferentes opções de caminhos a serem tomados nas derivas.
Os mapas situacionistas, psicogeográficos, realizados em função de derivas reais, eram tão imaginários e subjetivos quanto a Carte du pays de Tendre; eles simplesmente ilustravam uma nova maneira de apreender o espaço urbano através da experiência afetiva desses espaços. Esses mapas, experimentais e rudimentares, desprezavam os parâmetros técnicos habituais pois estes não levam em consideração aspectos sentimentais, psicológicos ou intuitivos, e que muitas vezes caracterizam muito mais um determinado espaço do que os simples aspectos meramente físicos, formais, topográficos ou geográficos.
 mapa de tendre

  • Como um filósofo, seja curioso com as coisas aparentemente insignificantes do cotidiano, elas são o material da exploração psicogeográfica;
  • Mantenha um diário e reúna nele as impressões de suas derivas da forma que achar mais conveniente. Estudamos a cidade para transformar a forma com que a vemos;
  • A noite também pode ser explorada, como falei em outro texto sobre sonhos lúcidos, é interessante criar um caderno de sonhos e insightspara associá-lo as experiências diárias. Poucas práticas proporcionam material criativo mais rico que essa;
  • Não seja passivo, interfira no meio! Faça desenhos, grafitagens, performances, torne tudo público (anonimamente ou não). A cidade não é só para estudar, mas sim para modificar. Isso é um diário também, são pistas para outros jogadores urbanos, uma reação em cadeia da consciência coletiva com desdobramentos imprevisíveis;
  • Meditar, ou seja, sentar e não fazer nada, também é uma forma de deriva (talvez a mais interessante delas). Se conhecemos a cidade andando livremente, conhecemos a mente descansando em seu estado natural, observando sem maiores expectativas.
making maps: diy cartography
superando o turismo, hakin bey
the situationist city (livro)
Urban Maps: Instruments of Narrative and Interpretation in the City
internacional situacionista online
cartografia escolar e boas referências para trabalhar com jovens
Uma cartografia das práticas arquitetônicas subversivas: relato de atividade desenvolvida para matéria de arquitetura com crianças em MG_Espaço; representação; experimentação; construção
the leaning tower of venice: acho que pode ser um modelo bonito de zine, review


sobre o trânsito de pessoas no decorrer de um breve período de tempo (me lembra a vontade de filmar coisas como: maneiras de descer um morrinho, possibilidades de desvio de poças d'água e goteiras, etc)

mapas y teknologia

openstreetmaps: mapa livre aberto e editável
mapas livres: projeto ptbr que trampa com openstreetmaps
mapzen: plataforma de mapeamento
latin american openstreet conference: 24~27 de novembro
técnicas de mapeamento

oficina de mapas livres
ótimo frame


Hoje foi um dia produtivo, trabalhei 7 pomodoros nisso, 4 horinhas de pesquisa. Cansei, entediei, vou fazer algumas outras coisas. Tô baixando um filme que ~~pode ter a ver ou não~~ e afinal de contas é sexta a noite e essa não foi uma semana fácil.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

o processo é lento // pesquisas teóricas

Tem isso de sempre achar que vai ter um tempo bom pra produzir, pra criar, que o mundo vai dar um tempo pra não atravessar o processo criativo. Vinte-quase-trinta anos na cara e ainda não aprendi que o negócio é louco o tempo todo, e tem que conseguir desenhar no meio do caos, ter ideias lindas no meio da chuva de forninhos. 
Há semanas eu percebi a necessidade de alguma formação teórica, e embora eu até soubesse onde buscá-la, fui só deixando a coisa passar. Essa semana já está encabeçando o fim, e com essa treta renal da Amora enquanto as coisas não estabilizarem eu não vou querer sair. Mais um período de clausura, vamos nessa. Decidi aproveitar para ler, e antes de tudo é preciso começar.
Fui procurar as referências que o Flávio falou láááá atrás e nunca efetivamente li. Apesar de tudo, esse tempo de casa do alto foi de muita superficialidade, sem mergulhar em nada. Foi bom ver tanta coisa, mas agora é preciso submergir.

Manual de mapeo colectivo, do Iconoclastas
Coletivo Parabelo
Coleção teatro Rumos Itaú cultural 2010-2012 (pesquisas e testemunho poético de Eleonora Fabião)
Entrevista com Sueli Rolnik para Redobra na plataforma corpocidade da UFBA
O corpo vibrátil de Lygia Clark por Suely Rolnik
Hora da micropolítica, entrevista com Suely Rolnik para o Instituto Goethe

Essa foi a minha primeira pesquisa. Essa semana está especialmente difícil me concentrar, então quero focar em construir a tiuria para uma saída fotográfica. De alguma maneira, ter o que fazer que ajuda a fazer o que tenho pra fazer (!), então lá vamos nós.

O projeto pra essa noite é:

  • estruturar como fazer a zine "vistas". Com uma pinlux, os derivantes irão fotografar as vistas do bairro (de um ponto de partida em direção a um ponto de encontro ainda desconhecido). Quer usar as variáveis: mato, eletricidade e água. 
  • escolher pelo menos uma estrutura de mapa de construção coletiva para experimentar semana que vem.
  • realizar as duas primeiras tarefas em consonância com as leituras destacadas.
Manual de mapeo colectivo







Desde o começo do projeto estava apaixonada pelos mapas, mas estava faltando força foco e fé. Já tinha entrado em contato com materiais dos Iconoclastas, mas não tinha experimentado pensar o projeto através de técnicas de mapeamento. Tive boas ideias e acredito que já tem bastantes propostas a serem testadas e, talvez, realizadas na próxima semana para dar início as materializações que eu tanto desejo.



Vistas da Vila Buenos Aires
Essa idéia foi inspirada no Vistas do Largo, da Oficina da Luz, um projeto que me marcou muito e desde 2010 povoa de macaquinhos o meu sótão. Hoje olhando as fotos de novo, penso que já era a própria cartografia afetiva, ou pelo menos um recorte dela, essas vistas. Queria muito desenvolver um projeto bonito, que fosse esteticamente atraente e elegante, com as fotos da quebrada. Os postais de vistas de SP na primeira metade do século passado indicavam pompa e elegância, apresentando uma São Paulo muito distinta de se ver. Pleno século da selfie, e a foto impressa ainda é uma raridade, uma caridade (no sentido de ser caro), e penso que uma zine elegante com postais pode ser muito prazeroso de ser olhado, e criar um outro ânimo para admirar a Vila. Nem sei como procurar referências, tão ruins são os resultados pras minhas palavras-chave.

Experiências de um clique só
Tenho pensado sobre a necessidade de segurar a ondinha na hora de registrar as coisas. O hd se desdobrando em megagigas de imagem frame retrato nude selfie arte ideia insight paisagem que não serve pra nada (a menos que um dia sirva, mas quase nada serve, nem de afeto, porque a inundância de informação pasteuriza tudo).
E mesmo sendo um post estúpido, é uma ideia muito boa: postais de uma pose só, o que existe é a verdade, e não uma possibilidade; a sua própria visão final. #nofilter
O objetivo é sensibilizar a observação e as noções de projeção, tempo de exposição, a ritualística do momento, a importância de cada gesto, a aceitação do seu próprio produto artístico e, sobretudo, a apreciação do erro e do ruído. É a possibilidade de trabalhar narrativas fantásticas a partir das distorções de baixa resolução da realidade. 

Reacendendo questões sobre o andar-caminhar
à deriva | sesc sp
percursos em deriva, de cristina ataíde, experimentações no mato e a cidade (nunca esquecer do projeto da loucura da montanha)
esse post do Coletivo de Teatro Dodecafônico sobre o livro Walkscapes, do Francesco Careri abriu um mar de possibilidades até então intocadas ________>
walking as knowing as making definitivamente eu ainda não entendi esse site por isso ele parece tão maravilhoso, mas aparentemente essa galera se encontrou numa universidade para ler, andar, discutir e registrar percurso. parece muitíssimo absurdo.
O pedestre e o passante, sobre a dimensão estética da vida urbana em revista errática !!!
elogio aos errantes: breve história das errâncias urbanas, achei muito interessante o fato de dar o nome errante para essas figuras nômades que rasgam a paisagem da urbe. Parece ser um texto bem denso e acadêmico, mas no fim a gente nunca sabe.

Muitos desejos pra pouco tempo. Vou passar o resto da semana em casa, sair só domingo e segunda. Espero conseguir evoluir nas leituras e nas concretizações.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

mapeamento colaborativo // ocupação cultural ermelino matarazzo


Desde que me mudei pra cá sigo o facebook da Ocupação Cultural Ermelino Mattarazzo, movimento de resistência urbana na quebrada, coisa linda de se ver. Até ontem a inércia tinha me impedido de ir, mas o algoritmo do site faces é um safado, e enquanto eu programava a agenda da semana, brotou na timeline esse evento, organizado pelo Periferia Invisível e São Mateus em Movimento. Lá fui eu pra Ermelino de mochilinha. Cheguei lá e na encruzilhada achei o ponto de encontro. Várias caras boas, vários corres, galera trabalhando com arte e educação a sério, isso sempre me faz lembrar da importância da educação anti-escolar, em rede, fluida, sem hierarquias como instrumento potente, eficiente e de curto prazo para transformação do ambiente e das existências. 
O mediador é o Aloisio, do São Mateus em Movimento. Ele trabalha com cartografias, movimentos sociais, cultura digital, produção e difusão de informações, cursa mestrado em ¿urbanismo?, me lembra várias pessoas do fluxo pensadores centro underground, achei interessante o caminho que cria esse diálogo e essa possibilidade de trocas e de conquista de saberes que nem chegam tão longe no mapa, geralmente. 
Nesse primeiro encontro, vários conceitos e provocações foram apresentados, isso me fez perceber a necessidade emergente de que eu comece os estudos teóricos para me sentir segura nos passos do projeto. Muitas pessoas mais maneiras que eu já fizeram vários exercícios cartográficos, se eu partir de experiências alheias, provavelmente vou chegar a lugares mais prazerosos que começando sempre tudo do zero. (é foda viver viver viver pra só com 27 anos tomando na cara aprender um negócio bem besta e primordial)



Todo mapa tem um discurso: Documentário levanta principais questões simbólicas e práticas sobre as regiões marginalizadas que não pertencem ao mapa oficial da cidade

Memórias de caminhos para casa e outras experiências cartográficas

PROJETO DE INTERVENÇÃO URBANA GALERIAS SUBTERRÂNEAS E OSDESCARTÓGRAFOS: Intercâmbios entre Arte e Geografia, em Curitiba. 



QGIS software opensource de cartografia


terça-feira, 19 de julho de 2016

primeiras pesquisas sobre der+iva

Hoje eu estudei "deriva", "internacional situacionista", "psicogeografia" e algo de "desvio". Cansei. Fazia tempo que não estudava a mesma coisa por tanto tempo, foram 8 pomodoros. Esse é o resumo de tudo que eu olhei e gostei hoje. Consegui terminar a pesquisa sem nenhuma aba aberta pra depois, além de organizar em bloco o que foi pesquisado. Achei frutífero e estou com a sensação de trabalho realizado/ bem feito. 
Também comecei o experimento de processar e tornar acessíveis ao mundo meus processos de criação, pesquisa e incômodos pelo projeto. 


às vezes a pesquisa é ela mesmo como uma deriva




idéias para fermentar derivas
Os mapas como experiência. exemplos práticos de colagens com mapas (não li nada, só vi as figuras)

Psicogeografia ou ‘a cidade é um jogo, meu amigo’. agora eu já estou com preguiça, apenas juntando os links das abas abertas. esse tem um monte de termos que não manjo que pesquei na ~~leitura dinâmica~~, quero voltar a ele depois.


Relatórios de deriva 2015 com jovens em idade escolar (colégio Oswald Andrade). Possui trajetos, questionamentos, metodologia e o que foi desenvolvido pelos jovens.


projetos virtuais
jorge drexler n uma experiência de construção das canções pelo deslocamento. site do artista. apk via aio downloader.

.walk projeto do artista gringo que prevê o deslocamento urbano em algoritmos (algo como segunda direita, primeira esquerda, terceira direita, repete). exercício psicogeográfico, prevê a construção do UPC (computador psicogeográfico universal). fritura. programação do .walk para idiotas

serendiptor.  um app que te ajuda encontrar coisas quando procura por outras. apenas para ios. 

Deriva e Google Maps. também não li, mas cheio de referências e ideias (estava pesquisando deriva online)

achei um app (ruim) de deriva, o que me faz pensar que seria legal saber fazer um bom. propaganda melhor que o app.


referências teóricas

Breve histórico da Internacional Situacionista. vitruvius, blog de arquitetura.


apologia da deriva. a partir de "raoul vaneigem", dica do migui.

guia psicogeográfica de roma. ainda não achei para baixar, mas o título e a imagem me instigaram.

walkscapes: caminhar como prática estética, francesco careri. não li nada, mas achei a ideia interessante e todo pdf de livro é bem vindo afinal de contas.

Algoritmos performativos de deriva: o caminhar como prática estética em aplicaçõespara dispositivos móveis
Numa época em que são raros os momentos nos quais paramos para observar com atenção os detalhes dos trajetos que percorremos em nossas jornadas cotidianas, surgem aplicações para dispositivos móveis que propõem justamente o contrário: contemplar, intervir, perderse no corpo das cidades. A nosso ver, tais aplicações enunciam o movimento de caminhada como um gesto deliberadamente estético. Interessa, portanto, compreender como o deslocamento pelo espaço é capaz de produzir experiências que colocam em diálogo o território urbano, a performance corporal e os softwares executados em dispositivos móveis. Como isso é feito? Com que propósito? Com quais propostas estéticas se filiam e com quais outras estabelecem rupturas? São estas as principais questões que norteiam o nosso percurso ao longo do texto.
- gostei muito. é curto e cheio de referências pra cabeça funcionar

Um guia prático para o desvio, Guy Débord e Gil Wolman.


Este trabalho tem como objetivo experimentar a deriva e a psicogeografia, técnicas provenientes do movimento artístico intitulado Internacional Situacionista, no centro expandido do Recife. A deriva e a psicogeografia foram conceitos criados pelos situacionistas por volta da década de 1950. Enquanto a psicogeografia se apresenta como uma ciência de apreensão das afetividades urbanas, a deriva é compreendida pelo movimento como uma técnica de passagem por ambientes da cidade que compõe um desdobramento prático dessa apreensão psicogeográfica. A pesquisa pretende verificar a validade das técnicas em relação às suas propostas de aplicação e as possíveis contribuições dessa revisitação de ideias situacionistas numa cidade contemporânea. Para aplicação das técnicas foi elaborada uma metodologia baseada primordialmente nos preceitos situacionistas, mas que também agregou questões relativas à fenomenologia, à psicologia e ao estudo de mapas e diagramas. A partir dessa metodologia foram realizadas pesquisas de campo de cunho experimental que geraram documentos, relatos e ilustrações referentes ao resultado desse processo. As conclusões expostas posteriormente apontam para a validação de algumas das hipóteses situacionistas relativas à aplicação das técnicas e discutem em grande parte o papel das novas tecnologias além de outros fatores que tornam a experiência da deriva e da psicogeografia singulares na contemporaneidade. < http://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/17370 >


referências artísticas
grapefruit book, yoko ono. livro de artista, manual de instruções. encontrar materiais do bergamota books, deriva pela praça? 



mapa xilográfico. experiências de deriva, interação mato e cidade. dica da shirlei.

Enviado em 8 de ago de 2011
"DeRIVAS" es un proyecto que pretende profundizar en el análisis y en la práctica consciente del concepto de deriva, a partir de la Deriva Situacionista (Guy Debord), la Psicogeografía, el paisaje urbano y la experimentación en la vida urbana utilizando el video.

Así, se presenta una deriva conjunta por Madrid (España), Amsterdam (Holanda,) Londres (Inglaterra), Toronto y Otawa (Canadá). ""DeRIVAS" se mantiene en construcción para continuar con mi "deriva" en otros países, a partir de este momento y allá donde vaya.

El objetivo o finalidad de este proyecto consiste en mostrar al espectador los diferentes pero tan parecidos paisajes urbanos desde un punto de vista personal y a través del medio audiovisual. Así se invita al espectador a realizar sus propias derivas...

"Todo el mundo a derivar... "Todo el mundo a la deriva..."






 Publicado em 14 de mar de 2013
Choreography by Maxine Segalowitz

I went on a dérive and found myself finishing in a place i didn't expect. I recounted my adventure and recorded the tale. Here is a repeated movement sequence of my animated gestures.

This piece is in reference to the article titled "Theory of the Dérive" by Guy Debord can be found here: http://www.bopsecrets.org/SI/2.derive...


IMCA 330
Concordia University